Saiba Mais <
Grupos da Escola <

Caldeirão de Textos <
Comunidade no Orkut <
Agenda Anual <

 

 


Postado por Prashanto em 20/06/2007

Os "DEVAS", segundo Itzhak Bentov

  

Os "DEVAS", segundo Itzhak Bentov

 “O nome dado a um ser que é a consciência elementar de qualquer estrutura é DEVA. Essa é uma palavra bem pequena que significa o "deus" de uma determinada forma. Por exemplo: há um deva para uma árvore e para uma montanha... para as formigas..." e Bentov chamava a atenção para a organização inteligente de um formigueiro. Ele, após examinar o sistema nervoso simples de uma só formiga, admitia a existência de uma inteligência e consciência por detrás e a chamava de "formigão ou Deva" do formigueiro e de milhões de formigas. Bentov dizia que o nosso corpo também tem o seu Deva, que nós apelidamos de "self inferior. Referindo-se ao Deva das montanhas, ele nos diz que a "quantidade e a qualidade" da sua consciência são mínimas, mesmo assim, reagindo ao contato com os animais, aves, serpentes, etc., que procuram abrigo nas rochas montanhosas, este Deva conseguia fazer um certo tipo de comunicação... Lembremo-nos de Carlos Castañeda e do índio Don Juan... No passado remoto, acreditava Bentov, isto pode ter dado origem aos totens. Atualmente o biólogo inglês Rupert Sheldrake, polêmico e causador de polêmicas, pode ser o impulso inicial para novos conhecimentos dos seres vivos e da natureza”.
Sheldrake desenvolveu uma teoria - Formação Causativa - resultante do que ele chamou de "Ressonância Mórfica", que atua nos campos mórficos. Trocado em miúdos e à sua soma obteríamos o campo das espécies: estes campos produzem informações e através da ressonância mórfica eles transmitem estas informações que viajam por vibrações e podem ser decodificadas por aparelhos em lugares muito distantes do ponto de emissão, para indivíduos, inclusive, de outras espécies e sem contato físico algum entre eles, na maioria das vezes. Deixemos que o cientista se explique:

 “A idéia é de que existe uma espécie de memória na natureza. Cada espécie, cada coisa tem uma memória coletiva. Assim, tome como exemplo, um esquilo vivendo hoje em N. York. Esse esquilo está sendo influenciado por todos os esquilos passados. Eu dei o nome de ressonância mórfica ao processo como essa influência se move ao longo do tempo, transportando tanto a forma quanto os instintos da memória coletiva dos esquilos. È uma teoria de memória coletiva na natureza. Essa memória é expressa pelos campos mórficos, os campos existentes dentro e em volta de cada organismo. Os processos da memória devem-se à ressonância mórfica". Rupert Sheldrake - 1992.

Bentov e todos os seus Devas assinariam em baixo, aliviados, em reconhecimento a Sheldrake!
"Esta teoria tem encontrado reações fortes, única e exclusivamente em relação à guerra de quatro séculos de ciência: a eterna batalha entre materialismo e espiritualismo". Comentou Eduardo Castor Borgonovi.

Sheldrake, corajosamente ou se refletir muito a respeito, apresentou à ciência ainda cartesiana, conceitos que são explicitados no espiritualismo e na metafísica através dos milênios. Vejamos um esquema de relacionamentos.

Campos mórficos individuais __________________________ Anjos (são Devas também)
Deva - "self inferior"

Campos mórficos coletivos ____________________________ Devas ou espíritos das
Espécies

Estes seres essência são constantes e afirmados nas culturas indígenas e orientais. "Lendo-se os evangelhos: Jesus se referia a Abicum - em aramaico, Pai/Mãe, sem forma e sem sexo, força consciente e criadora”.
Na psicologia teríamos o inconsciente coletivo de Carl G. Jung, facilmente explicável a partir dos campos mórficos coletivos."

do site "jornal infinito"

 

 

 

.

 ▲  topo da página

 ◄  página anterior