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Grupos da Escola:
Fortaleza
/ CE
Para ver as datas dos grupos, consulte a
agenda.
Para participar, entre em contato:
•
Juhi
(e-zen@secrel.com.br)
- 85 - 3229.8511 ou 8883.8511
•
Ashara
(ashara@secrel.com.br)
- 85 - 3229.8511 ou 8867.8511
•
Animesh (santosanimesh@yahoo.com.br)


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de Celeste:
"A Escola de Mistérios é um mistério no sentido
de que não sei exatamente no que e como ela vai
atuar. Um pouco até sei, mas não conheço sua (ou
minha) profundidade e extensão. Vai muito além
da minha compreensão.
No início estava mais curiosa do que confiante.
No último encontro senti muito a presença de um
campo. Eu fazia parte de um campo energético
sutil, porém nítido. No dia-a-dia percebo que
alguns medos, algumas crenças, começam a
desaparecer e em meu corpo pontos são mexidos,
ficam mais presentes. À princípio é estranho, é
novo. Articulações, posturas e contato com
espaços físicos até então desconhecidos, ou
desconectados. Acho que vou chegando mais perto
de mim mesma."
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de Moti:
“-... depois daquele trabalho aconteceu um
fenômeno, tenho uma sensação de felicidade que
só me lembro de ter sentido isso na minha
infância.
Sou feliz, mas tanto que saio rindo pela
rua....”
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de Sambodhi:
"Um momento de indescritível beleza, força e
magia: testemunhar, passo a passo, o Regulador
atuando no corpo!
Foi o que aconteceu comigo no último encontro da
Escola de Mistérios. Enquanto o corpo era
sacudido, os pés pareciam plantados no chão. Era
como uma corrente elétrica percorrendo todo o
corpo por dentro, subindo pelas pernas, com
“curtos-circuitos” em alguns pontos, solavancos,
os braços faziam movimentos independentes um do
outro e, às vezes, articulados também, como
quando ficaram um tempo parados na altura do
pescoço. Ossos e músculos eram esticados,
torcidos, re-torcidos, dês-torcidos por dentro:
a bacia, a coluna, os braços, o pescoço, a face,
os olhos. O observador acompanhava as sensações
do corpo e as emoções variadas que surgiam junto
com lágrimas, risos, gritos, gozo. Sentimentos
de “eu posso”, “confie”, “obrigado” – a gratidão
por tudo que recebi nesta vida, inclusive esse
corpo, por todas as pessoas que encontrei
(crianças, amigos, familiares, companheiros de
jornada, o Mestre, colegas da Escola de
Mistérios): uma profunda gratidão por todos e
por tudo que foi vivido.
As sensações interiores, únicas, não podem ser
descritas, mas posso dizer que depois disso,
senti-me rejuvenescida, como se tivesse
renascido (uma recauchutagem geral, como diria o
Prashanto depois).
No dia seguinte foi necessário repousar pois o
corpo estava todo dolorido, como se cada músculo
tivesse sido
massageado por dentro, especialmente na região
dos quadris, onde as articulações foram
bastantes mexidas. A
surpresa foi verificar que, ao ficar de pé, o pé
direito mudou de posição: antes apontava para
dentro, agora
aponta ligeiramente para fora! Houve uma rotação
de muitos graus.
Lindo saber que posso ficar de pé de uma nova
maneira – simbolicamente é possível, portanto,
caminhar na vida
com uma noiva atitude, numa nova direção.
Aleluia!"
Observação do Prashanto - o "regulador "
que ela cita é um recurso que eu criei para
poder acessar camadas profundas do inconsciente.
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de Shanti: "Eu não ensino religião,
mas religiosidade, um rio fluindo, mudando
continuamente seu curso, mas finalmente chegando
ao oceano. Confio no fluir, na mudança, no
movimento... porque essa é a natureza da vida."
Osho (do livro: Eu ensino religiosidade, não
religião)
"Com essas palavras, Osho resume a minha
vivência nesse ultimo encontro. Ao confiar, ao
me entregar, e no deixar acontecer me permiti
estar no fluxo natural da vida, no agora, e
mergulhar nesse grande encontro com o oceano,
onde tudo de dissolve no todo, no vazio. O mais
claro e profundo sentido de comunhão e
religiosidade.
A mais leve projeção de um eu, era consumida,
na indiferença da separação. E brincava: Quem
está separado de quem? Até mesmo quando surgiu o
desejo de agradecer, a brincadeira surgia: quem
agradece a quem? Tudo perdia o sentido, o salto
tinha sido dado, não tem volta.
Até que chegou o silêncio.
Agora entendo o que é vida, o que é estar
viva, o que é estar em êxtase. Abençoado seja
quem nos deu nesse presente de simplesmente -
estar presente.
Namastê" |
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de Sadgati: "Queridos amigos de
caminhada, Namastê!
Para mim não existe nenhuma dúvida que estamos
conectados com outras escolas do passado. A Osho
e quem sabe outros Mestres.
Tenho tido experiências que eu não diria que
as tive ou que as tenho... Simplesmente
aconteceu com a força inexplicável do we-wu-wei!
Uma ligação, através da barriga, com uma
fonte inesgotável de energia que se propagava
para o todo, para o grupo... E um outro canal
através do topo da cabeça que inundava o coração
como uma cascata e saia de meus braços como
raios de luz, de pétalas, de sementes...Energia
se manifestando por todos os poros...Uma energia
de cura, de imenso prazer e alegria! E esse
corpo apenas o canal para a expressão e
manifestação do simples, do puro, do belo, da
inocência e do amor.
Até agora ainda com uma sensação de calor
gelado na barriga subindo pela coluna...Ser,
simplesmente ser...Que deleite!...
Até mesmo compartilhar essa experiência é
estranho, talvez pela sensação de não a possuir
ou de que qualquer coisa que se diga não reflita
o que realmente é... Lembrei de Osho - "Ah!
Isto, Mil Vezes Isto!"." |
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